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Análise de Need for Speed SHIFT

29, setembro, 2009 Sem comentários

SHIFT é o 13º game da franquia Need for Speed, veio para tentar acabar com o fracasso seguido das últimas versões e mudar o rumo da série, pra isso a EA jogou a batata quente nas mãos da Slightly Mad Studios, desenvolvedora inglesa que já produziu games como GTR2 e GT Legends.

Não é segredo que SHIFT pega o vácuo em Race Driver GRID, que é sucesso de critica tanto da mídia como dos gamers, trazendo a franquia para corridas em circuito, abandonando as perseguições policias e os “rachas” de rua.

O modo carreira é dividido em 5 níveis de campeonatos, os quatro primeiros são chamados tiers, tendo vários tipos de eventos como tradicionais corridas por voltas, mas também drift, sprint, eliminação por volta, melhor tempo, conseguindo uma boa reputação correndo pelos tiers é liberado o NFS World Tour, três campeonatos que marcam a reta final do game.

Câmera no cockpit volta à franquia

Câmera no cockpit volta à franquia

Como GRID, SHIFT utiliza a reputação no progresso pelos tiers, medida em forma de estrelas, para obter as estrelas é necessário cumprir alguns objetivos, o jogador pode optar por ser preciso nas voltas ou cruel e jogar os adversários para fora da pista, entrando no pódio são obtidas mais estrelas conforme a colocação.

As principais marcas estão no game, Audi, BMW, VW, Lamborghini, Mercedes, Ford, Dodge, Nissan, Toyota, Honda e outras – menos a individualista Ferrari – confesso que senti falta de carros openwheel (fórmula), contudo entendo que eles descaracterizam a série NFS, ao todo são 72 modelos de carros, sendo possível correr nos mais tracionais circuitos como Silverstone, Spa Francorchamps, Laguna Seca, e também alguns fictícios.

Ultrapassagem usando a visão traseira Ultrapassagem usando a visão traseira

Os gráficos do game são bem elaborados, considero até superiores ao GRID, obviamente mais pesado também, uma característica interessante são os efeitos, quando o veículo sofre um impacto, dependendo da força a tela pode ficar em escala cinza ou mesmo embaçar, outro ponto bacana é o HUD que é bem distribuído, além disso, o retrovisor que fica no topo da tela facilita muito, eliminando a necessidade de ficar pressionando a tecla para visão traseira.

Ford GT e câmera externaFord GT e câmera externa

A jogabilidade de NFSS é muito diferente de seus antecessores, creio que ainda não chegou ao nível de um simulador, mas com certeza é mais desafiadora que GRID, além disso, jogando com os adversários no nível médio notei que eles ficam agressivos, essas duas características podem assustar parte dos gamers que estão acostumados com os outros NFS.

Achei a personalização dos carros muito detalhista e complicada, cada parte do carro pode receber um tipo de adesivo, o que a torna demorada e monótona, confesso que não tive paciência e deixei os carros de “cara lavada”, há a alternativa de colocar algumas prontas, contudo nenhuma chama a atenção, outro ponto negativo é que os patrocínios nos carros não dão retorno financeiro, um ponto bem atraente no concorrente GRID.

O dano no carro está de volta, existem duas opções, danos visuais, que detonam o carro, mas não interferem no desempenho, e o dano ativado que compromete o carro, porém não há perda total.

Lamborghini Murciélago detonado

Lamborghini Murciélago detonado

Estão disponíveis upgrades como nitro, redução de peso, colocação de aerofólios que aumentam drasticamente o desempenho do carro.

Enfim, Need for Speed SHIFT é um game interessante, desde Most Wanted não tinha jogado pra valer e gostado de um game da franquia NFS, não chega ao nível de excelência de Race Driver GRID, mas é recomendado para os amantes de jogabilidade desafiadora e corrida em circuito, aos que curtem o modo arcade, não soltam o pé do acelerador nas curvas e não querem “quebrar a cabeça”, mantenham distância do jogo, depois não digam que não avisei ;-)

SHIFT está disponível para PC, Xbox 360, Playstation 3, para os PC gamers é bom ficar atento aos mínimos requeridos:

  • Windows XP (SP 3) ou Windows Vista (SP 1) / Windows 7
  • Intel Core 2 Duo 1.6 GHz ou mais rápido
  • 1 GB (Win XP) / 1.5 GB (Win Vista/Win 7)
  • 6 GB livres no HD
  • ATI Radeon X1800 XT 512MB ou melhor, NVIDIA GeForce 7800 GT 256MB ou melhor
  • Placa de som compatível com DirectX 9.0c
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Need for Speed SHIFT: o que vem por aí?

9, julho, 2009 1 comentário

SHIFT mostra no nome pra que vem, mudar o rumo da série NFS, o game abandonará a jogabilidade arcade que está presente desde os primórdios da franquia para se tornar um simulador, as pistas são reais e o dano nos carros estarão presentes, quem curte jogo de corrida já notou semelhança com Race Driver GRID, game que foi aprovado pela critica e gamers.

Fato é que Need for Speed SHIFT vem para ressuscitar a franquia, assim como os anteriores tentaram, mas não conseguiram, desde Most Wanted a série não encanta.

Uma amostra da jogabilidade de NFS Shift

Segundo o blog do jogo será possível escolher entre 4 opções de dificuldade, na mais fácil os danos serão apenas visuais, no Pro Mode prejudicarão a performance do carro, mas ao contrário de GRID, não haverá perda total.

Jogabilidade pelo cockpit e os danos

Uma característica que retorna à franquia é a câmera interna ou cockpit, que não aparece faz anos.

SHIFT chega dia 22 de setembro em várias plataforma.(PC, X360, PS3, PSP, iPhone, etc).

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Análise de “Race Driver: GRID”

22, setembro, 2008 1 comentário

“Race Driver: GRID” ou carinhosamente apenas GRID, é um game de corrida lançado há alguns meses, desenvolvido pela Codemasters, criadora da franquia Toca Race Driver, aliás, GRID seria praticamente uma seqüencia da série.

A jogabilidade não é “plug & play”, se você está acostumado com os games da franquia Need for Speed vai suar nas primeiras corridas, mas com uma certa dose de paciência e dedicação após um número de voltas vai pegando o jeito do jogo, agora se já está familiarizado com a linha Toca Race Driver, com certeza a curva de aprendizagem vai ser muito menor.

Outro item que pode assustar os desavisados é o sistema de danos, não existe aquela famosa tática de bater na parede nas curvas e sair acelerando, dependendo da batida o carro vai pro beleléu ou na melhor das hipóteses furar um pneu prejudicando a dirigibilidade.

Quem já desfrutou do Toca pode estar se perguntando, então é uma continuação da série? Não, é melhor. Os gráficos e efeitos estão muito melhores e a sensação de velocidade é muito maior, o sistema de danos foi aperfeiçoado, agora há o recurso flashback, que permite voltar alguns segundos no tempo depois de uma batida ou uma burrada, podendo ser usado 4 vezes por corrida.

Corrida noturna nas ruas do Japão Carro fórmula em circuito

No inicio o jogador é um mero mercenário, correndo por diversas corridas aleatórias, após juntar uma grana já pode montar sua equipe, ai o game começa de verdade, são apresentadas 3 ligas: EUA, Europa e Japão. Cada uma predominando alguns estilos de evento. EUA com seus “muscle cars” e corridas de rua, Europa com campeonatos fórmula e turismo, e o Japão com os drifts e corridas de rua noturnas.

Cada região tem três níveis de licença, quanto maior a reputação ganha nos campeonatos, o jogador vai ganhando licença melhor, assim liberando novos campeonatos.

Outro destaque de GRID são os patrocinadores, quanto melhor seu desempenho, mais patrocinadores são oferecidos, completando os objetivos deles – vão de terminar a corria até ser o vencedor sem dano no carro – mais grana cai na sua conta e melhores carros pode adquirir.

Depois de certo tempo, você pode contratar mais um piloto para a equipe, e quanto melhor esse piloto maior será o salário dele. Depois de conquistar reputação considerável, é liberada a liga global, tendo vários estilos de corrida e com campeonatos percorrendo diversos países.

Carro danificado Protótipo em circuito

A variedade de carros é boa, a dirigibilidade de cada um é bem diferente, o que pode dificultar ao alternar entre campeonatos, mas que é bem vinda. Quando se trata de circuitos o game peca, a quantidade não é muito grande, nada muito preocupante que pode ser amenizado com as outras virtudes do jogo.

O game está disponível para PC, X360 e PS3, se deseja jogá-lo em PC fique atento aos mínimos requeridos:

  • Pentium 4 3,0 Ghz ou Athlon 64 3000+
  • 1 GB de RAM
  • GeForce 6800 ou Radeon X1300
  • 12 GB livre no HD
  • Windows XP ou Vista

Enfim, depois de um belo tempo sem jogar pra valer, GRID me trouxe de volta ao mundo dos games e posso dizer que é um melhores jogos de corrida que já vi, recomendadíssimo.

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Empire Earth

24, fevereiro, 2008 1 comentário

Há muito tempo sou fã da linha Age, especialmente da primeira versão de Age of Empires e de sua versão mitológica, Age of Mythology, confesso que comecei a gostar e entender sobre a Idade Antiga depois de ter contato com esses games.

Após horas e mais horas perdidas nas mais diversas batalhas, dei uma pausa nos games de estratégia, e logo depois nos games em geral.

Mas esses dias deparei com Empire Earth (sim, a primeira versão), os gráficos lembram muito o Mythology, aliás, quem já jogou algum "Age" não vai ter dificuldade em jogar.

Diferentemente da saga Age of Empires, este game não aborda um período a cada edição, e sim vários, desde a Idade da Pré-Histórica até um futuro hipotético.

Nesta edição existem 4 campanhas, com os Gregos, Ingleses, Alemães e Russos.

Vejo Empire Earth como uma mistura do gráfico de Mythology, com as unidades reais de Age of Empires.

Mas como nada é perfeito, não gostei da movimentação das unidades, quando começam a se esbarrar umas nas outras, dificultando manter a formação das unidades, principalmente as unidades marítimas.

O jogo já é bem velhinho, foi lançado em 2001, mas ainda dá um belo caldo, ainda mais se você for fã de games de estratégia e não tiver uma máquina parruda.

Gostaria de saber se algum leitor já jogou as versões mais novas, Empire Earth II e III, se sim, o que acharam?

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Pitacos sobre Need for Speed ProStreet

21, dezembro, 2007 1 comentário

Need for Speed é uma das franquias mais antigas sem nenhum grande intervalo entre as versões, lembro que jogava o primeiro jogo da série lá pra 1998, usando o glorioso DOS para tal, na época os gráficos eram sensacionais, tudo bem que ninguém falava gráfico, era mais para “olha como parece de verdade”.

Em novembro a EA lançou mais um jogo da franquia, como já é de costume, ele veio para resgatar a alma da série, depois da “caca” do Carbon, aliás, foi o único que não joguei desde o Underground.

O jogo veio com o sistema que degrada o carro com as batidas, tão aguardado por muitos (e temido por outros), além disso, quem se lembra do “totaled” do primeiro Underground, pode se preparar que neste também tem, traduzindo, dependendo da batida ou da capotagem seu carro pode dar uma popular PT (perda total), mas calma barbeiro, nada que alguns dólares não recuperem.

Documento ok, em perfeito estado, pneus zero bala


Nesse meio tempo que joguei, reparei que a jogabilidade está mais difícil, pendendo um pouco para o lado dos simuladores, mas nada que seja indirigível, gostei dessa mudança feita pela EA, quem sabe agora atrapalhe a vida dos garotinhos de 7 anos que zeram NFS em um dia.

A parte de customização do carro continua, algo que achei bacana foi que a mudança na física do carro, como colocar um aerofólio, interfere na velocidade e estabilidade do veiculo.

Dessa vez você terá mais de um carro, cada um específico para um modo de corrida, um para drag, outro para drift, e assim vai, podendo ser usados nos torneios, mas em alguns torneios você não usará seus carros e sim um que será fornecido, ao completar este tipo de torneio você ganha o carro.

No pouco que joguei posso dizer que gostei do game, apesar de pesado, em minha máquina, um Athlon 64 3000+, com 1 GB de RAM e uma singela VGA 6600 GT o jogo dificilmente passa de 20 fps, com os gráficos praticamente todos no mínimo, tudo isso no Vista, ainda não testei no XP.

This is Totaled

Não posso falar muito da qualidade gráfica, pois como já disse, não consigo obter a máxima qualidade do visual em meu PC, achei que ficou aquém do esperado em minha máquina, só vendo em um PC parrudo para poder opinar, arrisco até dizer que o game ficou mais pesado pela parte da física do carro do que dos gráficos.

No final das contas considero que o jogo é bom, nada muito espetacular, mas uma boa diversão para o tempo livre, porém quem deseja obter uma performance adequada do game vai precisar duma bela máquina ou compre um console.

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